Voltar

Em um dia, o time de RH da Porto do Açu passou do receio da IA a construir o próprio agente

Cliente

Porto do Açu (Grupo Prumo), área de RH

Participantes

8 pessoas, entre analistas e gerente

Formato

1 dia de imersão presencial
1 desenvolvedor + os 2 fundadores da AutoU
Ferramenta: Microsoft Copilot Studio

Resultado

Primeiro agente da área construído em sessão única + time capacitado para criar e testar os próprios agentes

IMAGEM · ABERTURA
Foto do time de RH da Porto do Açu durante a imersão presencial, de preferência com os fundadores da AutoU junto ao grupo.
Formato horizontal amplo, alta resolução.

1. Contexto

Até então, o time de RH da Porto do Açu não usava inteligência artificial no trabalho, apenas na vida pessoal. A maioria recorria ao ChatGPT para decisões do cotidiano, sem imaginar que dava para ir além e criar as próprias soluções. Participou a área inteira, oito pessoas entre analistas e gerente, todas com o uso restrito à interface de chat.

A falta de repertório e de casos de uso gerava uma sensação de defasagem. Enquanto outras áreas já automatizavam processos e criavam agentes para o dia a dia, o RH olhava para esse movimento com um receio específico: o de ser substituído pela própria tecnologia. O objetivo do workshop nasceu daí, mostrar na prática a IA como ferramenta que amplia o trabalho da área, e não como algo que ocupa o seu lugar.

2. Como fizemos

O workshop foi uma sessão única presencial de oito horas. A área ficou reunida em uma sala, cada pessoa em sua máquina, com o apoio de um desenvolvedor e dos dois fundadores da AutoU. A presença dos fundadores deu ao encontro um tom mais consultivo, equilibrando a parte expositiva com uma prática completa de construção de um agente no Copilot Studio.

A trilha começou pelo começo: os conceitos fundamentais sobre a origem e a natureza da inteligência artificial, desmistificando as dúvidas mais comuns e trazendo casos reais de uso de IA em RH. Só depois veio a parte prática. Para dar aterrissagem, foi escolhido um MVP baseado em uma aplicação real da área, um processo que se beneficiaria de automação.

IMAGEM · CONSTRUÇÃO AO VIVO
Foto da sala com o time construindo o agente nas máquinas, ou tela compartilhada do passo a passo conduzido pelos consultores.
Foto em ambiente de sala ou screenshot da construção.

3. Resultados

O workshop teve alto engajamento e terminou com um agente pronto, construído na própria sessão. Ele responde às dúvidas frequentes sobre as políticas da empresa, uma tarefa repetitiva que consumia o tempo do time e que passou a ser resolvida sem intervenção manual.

Antes

Depois

• Usavam IA apenas na esfera pessoal, para decisões do cotidiano

• Construíram e testam o próprio agente de dúvidas sobre políticas de RH

• Viam a IA com receio, como possível substituta do próprio trabalho

• Enxergam a IA como ferramenta que devolve tempo e amplia o trabalho da área

Cada participante construiu o agente num passo a passo ao vivo, e o compartilhou no ambiente da área. Todos saíram com autonomia para criar novos agentes e testá-los antes de passar para a TI publicar.

IMAGEM · AGENTE EM USO
Screenshot do agente de dúvidas sobre políticas em funcionamento, ou foto do time no fim da imersão.
Screenshot da solução ou foto de grupo.
FEEDBACK DO CLIENTE
Foi uma reflexão de um dia que trouxe muitos insights e muita vontade de fazer coisas novas a partir dessa ferramenta que agora a gente aprendeu.
Paulo Carvalho, Especialista Sênior de RH da Porto do Açu

4. Aprendizados

O que torna este caso diferente é o ponto de partida. O time de RH não chegou curioso, chegou com receio. A preocupação de fundo não era aprender a ferramenta, era ser substituído por ela. Nesse cenário, nenhuma quantidade de conteúdo técnico resolve sozinha, porque a barreira é sobre o próprio papel. A virada veio ao ver, na prática, a IA assumir uma tarefa repetitiva, as dúvidas sobre políticas, e devolver tempo ao time em vez de tomar o seu lugar. Quando a pessoa constrói com as próprias mãos o agente que a ajuda, o medo de ser substituída dá lugar à vontade de fazer mais. A resistência à IA quase nunca se dissolve com argumento, se dissolve com autoria.

O segundo aprendizado reforça algo que se repete em todos os programas: o engajamento se sustenta quando o exercício resolve um problema real. Aqui, o agente de dúvidas sobre políticas não era um exemplo genérico, era uma dor concreta do dia a dia do RH. Ancorar a prática nisso fez o aprendizado sair da teoria e virar utilidade imediata, e foi o que manteve o time envolvido do início ao fim de uma jornada de oito horas.

Voltar